terça-feira, 1 de setembro de 2015

Miniaturas dos Personagens Icônicos do Old Dragon

Boa notícia para todo mundo que curte miniaturas, e mais ainda pra quem joga Old Dragon! A Kimeron Miniaturas divulgou a foto abaixo:

Ainda falta o mago elfo na foto, que ainda está sendo esculpido.

É a foto das esculturas originais de algumas peças que estão em produção pela Kimeron e devem ser lançadas ainda este ano. Caso alguém não tenha reconhecido, estes são os personagens icônicos do Old Dragon, presentes na capa do Manual Básico e de alguns outros suplementos:


O que significa que sim, nós teremos miniaturas oficiais dos personagens icônicos do Old Dragon em breve! Para aqueles que não conhecem, a Kimeron produz miniaturas em liga metálica na escala de 30mm (compatível com as miniaturas de D&D e Pathfinder), e estas miniaturas da foto seguirão o mesmo padrão.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Coisa Não-RPG Preferida Que Veio de Um RPG

Excetuando os amigos (pois eu fiz vários bons amigos nestes pouco mais de 20 anos jogando RPG), a minha coisa favorita que não é um RPG mas descende de um, sem nenhuma dúvida, é o desenho Caverna do Dragão. 

As crianças, como eram chamados os heróis na série.

Como todos sabem, Caverna do Dragão é na verdade a animação oficial de Dungeons & Dragons produzida pela Marvel e a TSR nos anos 1980. Ao menos, todos sabem disso hoje, porque na época a criançada não manjava nada disso aqui no Brasil, e só achávamos que Caverna do Dragão era um desenho animado massa pra caramba.

Eu cresci vendo essa animação na TV todas as manhãs, e já adorava todos os elementos que eram mostrados nela mesmo muitos anos antes de sequer saber que existiam RPGs. O sucesso dessa série no Brasil é tão grande que até uns poucos anos atrás ele ainda era televisionado nas manhãs da TV aberta. 

E não é para menos, analisando hoje em dia, com a visão de um adulto, os episódios de Caverna do Dragão continuam sendo todos muito bons. E apesar de todas as mensagens positivas e lições de moral típicas de um programa infantil, os roteiros da série tratavam de alguns assuntos bem sérios e de forma bastante madura, no melhor estilo Gary Gygax de não subestimar a inteligência da sua audiência. E não é para menos, além de grandes roteiristas de renome como Mark Evanier e Paul Dini, o show teve a consultoria do próprio Gygax em pessoa.

domingo, 30 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Celebridade Jogadora de RPG Predileta

Está aí uma coisa na qual eu nunca pensei – até porque, eu não admiro uma celebridade porque ela joga ou não RPG, mas sim pela qualidade do seu trabalho.

Mas antes de tentar escolher alguém, acho que é importante definir uma coisa: entendo que “celebridade jogadora de RPG” se refere a alguém que é famoso por outra coisa que não RPG. Assim, nenhum autor de RPG está concorrendo a esta “vaga”.

Isto posto, a primeira parte do trabalho em definir quem seria essa celebridade é descobrir dentre os famosos quem joga RPG. E aí não há muitas maneiras de fazê-lo, exceto recorrer às pouco confiáveis listas da internet.

Dentre os jogadores de RPG confirmados (ou ao menos com fortes evidências), selecionei dois que poderiam igualmente concorrer ao cargo de “celebridade RPGista favorita”: Mike Myers e Matt Groening.

Yeah, baby! Mike Myers, o eterno Austin Powers. Só por isso já vale o título, mas ele também interpretou Shreck, e nos deu o filme Quanto Mais Idiota Melhor, o que só conta a favor.
Matt Groening não só é responsável pela criação dos Simpsons, que é muito divertido, mas também pelo fantástico Futurama! Sério, eu sinto que alguém devia dar um prêmio a Matt Groening pela criação de Futurama, nem que seja um prêmio chinfrim como o de “celebridade RPGista favorita”.

Mas correndo por fora há alguém não confirmado como sendo ou não um jogador de RPG: Bruce Campbell. Nenhum personagem do cinema ou TV é tão legal quanto Ash Williams, com exceção talvez de Autolycus, e por isso, se ele for mesmo RPGista, Bruce Campbell é minha celebridade favorita. De fato, acho que Bruce Campbell é minha celebridade favorita mesmo não jogando RPG!

sábado, 29 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Site ou Blog de RPG Preferido

Meu blog sobre RPG preferido era certamente o Grognardia. Foi em grande parte devido a ele que eu iniciei o Dungeon Compendium e me interessei pela OSR. O que era bom no Grognardia é que além de materiais de jogo, ele trazia também muitas discussões sobre diversos assuntos relacionados ao RPG, e muitas matérias contando a história do hobby. E o autor, James Maliszewski, tinha bastante conhecimento do assunto.

Mas apesar de o Grognardia ainda estar no ar, disponível para qualquer um que desejar consultá-lo, ele não é mais atualizado a anos. Por isso acho que devo dar uma resposta considerando sites ou blogs ainda ativos. 

Dentre os blogs que estão ativos hoje em dia, eu gosto muito do Módulos RPG, mas ele tem tido apenas 1d4 postagens no ano, então ele quase cai na mesma categoria do Grognardia.

Sendo assim, fico com o Blog of Holding. Ele eventualmente traz algumas discussões a respeito de assuntos relacionados a RPG, frequentemente traz umas ideias e regras diretamente aplicáveis a qualquer jogo D&D-like, e tem uma visão bem criativa a respeito das coisas. Os únicos poréns é que às vezes ele é muito voltado para as edições mais recentes do D&D, e a frequência de atualização é muito baixa.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Jogo Favorito o Qual Não Joga Mais

Um jogo do qual eu gosto muito mas já faz vários anos que eu não jogo é Lobisomem, O Apocalipse.

De todos os cenários do antigo Mundo das Trevas, Lobisomem, O Apocalipse é de longe o meu predileto. Joguei várias campanhas desse jogo antigamente, algumas bem longas, mas por diversas razões, após algum tempo nunca mais joguei. Até tentamos começar uma nova campanha a uns 3 ou 4 anos atrás com meu grupo atual, mas o mestre não se empolgou e a coisa não foi pra frente. 

O que mais me atrai no cenário de Lobisomem é a metafísica, os reinos espirituais, a natureza animista do mundo, a importância do instinto animal na psique do lobisomem, a corrupção da Wyrm, e todas as complexas relações sociopolíticas advindas disso. Grande parte dos críticos de Lobisomem, O Apocalipse só veem a parte da “porrada” do jogo, considerando este como o irmão hack’n slash do Vampiro, A Máscara, mas ainda que a violência seja inerente ao jogo (afinal, lobisomens são feras lutando pela sobrevivência), ele tem muito mais a oferecer, sendo um jogo tão profundo e social quanto os jogadores estiverem dispostos a encarar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Ideia Favorita Para Mesclar Dois Jogos Em Um

Esta é uma pergunta que eu acho um pouco confusa. E a confusão reside no fato de que a pergunta não deixa claro se “mesclar dois jogos” envolve apenas os jogos como um todo, ou se pegar o cenário de um e as regras de outro também conta.

Particularmente, eu não entendo que usar o cenário de um jogo com as regras de outro seja “mesclar” dois jogos, para mim isso é uma mera adaptação do cenário. Portanto, usarei o conceito de mesclar não apenas cenário mas também as regras de dois jogos.

Adaptações de cenários para outros sistemas eu já fiz algumas, mas misturar de fato dois jogos inteiros é algo que não me lembro de já ter feito (com exceção de misturar diversas edições e retroclones do D&D, o que basicamente é o meu AD&D 3.5, mas isso é um pouco diferente).

Apesar desse lance de misturar dois jogos não é muito a minha praia, existe uma mescla que eu gostaria de tentar um dia: Space Dragon e Old Dragon. Os dois jogos usam praticamente a mesma base de sistema, mas ainda são dois jogos distintos, com muitas diferenças entre si.

Essa mistura já foi feita de uma certa maneira na excelente aventura Expedição ao Pico do Abismo, mas o que eu imagino é uma mescla maior dos dois jogos, uma mistura mais constante e permanente, criando um cenário totalmente gonzo fantasy, com tecnologia super futurista, weird science, psiquismo, magia e fé, repleto de raças e criaturas estranhas, robôs, guerreiros e bárbaros. Um jogo digno de The Dying Earth e Thundarr, o Bárbaro!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

#RPGaDay2015: Inspiração Favorita Para Seus Jogos

Minha principal fonte de inspiração é a leitura. Em sua maioria romances e contos, mas muita coisa também tiro de revistas em quadrinhos e até mesmo de livros de História (sim, a história está cheia de boas fontes de inspiração!). Uma descrição bem-feita, uma cena bem pensada, um diálogo entusiasmante, um conceito incomum, um roteiro bem escrito ou mesmo um plot interessante, tudo isso serve de boas inspirações pra mim, e é possível achar muitas dessas coisas na literatura.

Mas obviamente, esta não é a única fonte de inspiração que uso para meus jogos. Filmes, séries, animações, ilustrações, conversas com os outros jogadores, outros jogos de RPG, biologia, física, química, tudo serve como fonte de inspiração.

Oras, certa vez bolei uma aventura cujo conceito me veio dentro do ônibus enquanto eu pensava no quanto a 4ªed do D&D havia bagunçado com o cenário de Forgotten Realms! Ou seja, até mesmo algo que me desagradou completamente também pode ser vir como fonte de inspiração.

No fim não importa muito de onde vem a inspiração, mas sim o que você faz com ela.
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